quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Seguindo...

e quando se segue de fato, são novas as estradas. e o que as ilumina e escurece. e o ar. e a eletricidade. então, que não me cobrem coerência. novas estradas querem novos pensamentos.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Agora

Pela janela do ônibus, um vento quase morno. Vai ter verão, na noite de sexta a gente sente, as caras já estão mais felizes. Aí eu abro um demi-sec (que chegou à temperatura no tempo certo do meu banho) e choro um pouco. Porque ligo o rádio e vem o Opus 9, número 2 de Chopin e porque ainda agora, ali no Alpha, aquelas pessoas todas me desintoxicaram de toda inadequação desse dia. Agora o negócio é comigo. Aí a barra pesa.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

15.

Água morna nas mãos, conforta. Tem sol na caixa d'água. Que denuncia gelo aqui dentro. E o silêncio. De meses. Que resolvi chamar ciclo, rito de passagem, qualquer coisa. Que dê em qualquer coisa. Porque algo se esclarece. E tanto desmorona, pra nenhum conserto. Antes, eu tinha uns fumos pra não doer. Já não servem. Só isolaram a angústia da melancolia. Um avanço. E os olhos mais abertos. Agora o óbvio fere. E a salvação não acontece depois das 17. Ou na sexta-feira. Não há muito além do traço de giz. O que há é o que está aqui.

terça-feira, 2 de novembro de 2010