"O que crio não é para me expressar, mas para mudar a mim mesmo." John Cage

domingo, 23 de janeiro de 2011

O ônibus, das minhas longas idas e vindas diárias, além de poltrona de leitura, é muito, de delicioso voyeurismo auditivo e conhecimento humano.
Às vezes pérolas de desinteligência:  "Paz do senhor... pois é, agora sou pastor evangélico... estou em férias... viajei sim, pra um retiro... não, não vou à praia, aquela gente seminua, bebendo, deus não gosta disso... mas a viagem foi muito boa sim, se bem que na estrada o radar me pegou, graças a deus eu tinha R$ 50,00, dei ao guarda e ele não me multou. Paz do senhor."

Às vezes a hiperbólica sabedoria popular: "O cara é mó 171, dá nó até em copo d'água."

2 comentários:

márcia disse...

A contradição dos seres humanos...

Patricia Augusta Corrêa disse...

e a ilusão da equação.
obrigada pela visita, Márcia. beijo.