domingo, 22 de maio de 2011

Domingos

volto pra casa de cabelo molhado, pele trincada de cloro, de sol, de um azul intenso sem nuvens. rio sozinha. eles entram no ônibus em frente ao Grand Plaza, driblando carros e gentes. nas mãos mil Marizas e Besnis. ofegantes

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Verão, 1966

Figueira da Foz, Portugal

azul e branco eternizados. para as tardes de sol e calmaria. com a mesma incidência de luz na vidraça, a mesma parede impecável aquecida. impressão feliz de conforto e integridade, embora a maresia forte, os grãos rudes. para agora, este outro tempo, este silêncio, esta mulher.

Liberdade condicional

trinta dias na condicional/ bolso vazio/ todavia, algum sol ainda, uma pilha de livros, música nas estantes/ paciência, da fábula, escolhi a cigarra.