"O que crio não é para me expressar, mas para mudar a mim mesmo." John Cage

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Verão, 1966

Figueira da Foz, Portugal

azul e branco eternizados. para as tardes de sol e calmaria. com a mesma incidência de luz na vidraça, a mesma parede impecável aquecida. impressão feliz de conforto e integridade, embora a maresia forte, os grãos rudes. para agora, este outro tempo, este silêncio, esta mulher.

2 comentários:

« Katyuscia Carvalho » disse...

Teu texto é tela, memorial, fotografia!
Fico mesmo a pensar se a figura ou poema merecem moldura!
Um porta-retrato duplo, seria o ideal.

Escrever imagens assim, memórias salvas da sépia, vibrando as cores vivas como aquele azul que só Portugal sabe, é astúcia! É coisa de "Patrícia"!

Gostei tanto!!
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Um beijo.

Patricia Augusta Corrêa disse...

Katy, querida, a grande alegria é que você me leia. essas memórias...elas me mantém viva. grande abraço.