Figueira da Foz, Portugal
azul e branco eternizados. para as tardes de sol e calmaria. com a mesma incidência de luz na vidraça, a mesma parede impecável aquecida. impressão feliz de conforto e integridade, embora a maresia forte, os grãos rudes. para agora, este outro tempo, este silêncio, esta mulher.

2 comentários:
Teu texto é tela, memorial, fotografia!
Fico mesmo a pensar se a figura ou poema merecem moldura!
Um porta-retrato duplo, seria o ideal.
Escrever imagens assim, memórias salvas da sépia, vibrando as cores vivas como aquele azul que só Portugal sabe, é astúcia! É coisa de "Patrícia"!
Gostei tanto!!
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Um beijo.
Katy, querida, a grande alegria é que você me leia. essas memórias...elas me mantém viva. grande abraço.
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